Uma história de amor


Uma história de amor
Olhando para a triste história de Cristo na cruz. Observamos o quanto o nosso cristo sofreu. Mas, ali ele estava para pagar os pecados de todos nós, vejo como sofreu o nosso Cristo naquele lugar, chamado caveira.
Aquela cena era muito triste, alguns zombavam, outros riam, alguns choravam, outros sofriam, vendo aquela cena, enquanto Cristo agonizava suas ultimas horas de vida aqui na terra. Seu semblante era de muita dor e sofrimento, Ele sangrava, tinha sede, sentia na carne a dor dos nossos pecados.
Em baixo da cruz, estavam os soldados romanos lançando sorte sobre as suas vestes. Havia também, alguns curiosos e alguns dos seus discípulos. Também havia ao ali alguns da sua família. Cristo sofria e agonizava, vendo essas cenas na hora da sua morte.
Embora sofrido e dolorido, o seu corpo e o seu coração, estavam satisfeito por ter obedecido ao plano eterno de Deus. Ele sabia que havia vencido, mesmo estando sobre a cruz.
 Para alguns, ali estava alguém, que foi condenado à morte. Para outros e para Deus, ali estava um vencedor, que cumpriu com toda a palavra do seu Pai.
O ambiente era o mais triste possível, mas, a satisfação estava na obra consumada, e no término, da salvação planejada por Deus, desde a fundação do mundo.
Cristo mesmo sofrendo e com muita sede e dor, ele tirou do seu coração uma das mais belas palavras ditas por ele enquanto aqui viveu. Ele gritou: “Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito.” Jo. 19.30  
 Cristo conhecia muito bem a si, e o ambiente externo em que ele vivia. Como conhecedor de si mesmo e dos propósitos de Deus, Ele cumpriu cabalmente a obra que veio fazer e com consciência do ambiente externo que Ele vivia,
Ele fez a seguinte oração: “... Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem...” Lc. 23.34 Que oração magnífica de Cristo, ele atribui perdão aos seus opositores, sabendo da obra que ele veio fazer e que tudo, estava dentro dos propósitos de Deus, para a sua vida.
Isso é consciência moral daquilo que lhes estava proposto para realizar e que, tudo tinha sido executado da forma que estava predeterminado pelo Pai.
Quando somos conscientes do nosso papel no ambiente em que estamos, não vivemos culpando um ou outro, pelo que estamos vivendo ou passando, mas, entendemos que o Pai, está no controle das nossas vidas e aí “... todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo os seus propósitos.” Rm. 8.28
                                                                                                             Pr. Roilton Alves

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